por ACA

Ter crescido no ambiente rural influenciou diretamente a escolha profissional de Rafael Henrique de Souza Silva, 26. Para o futuro agrônomo, acadêmico do 4º ano no Centro Universitário de Maringá (UniCesumar), a passagem das brincadeiras na propriedade dos tios para o trabalho com sistemas de irrigação foi natural, tanto quanto a decisão de cursar o ensino superior. “O mercado está selecionando muito e sem a graduação tudo é mais complicado”, diz. Durante os dois primeiros anos de curso ele continuou trabalhando com irrigação, até que ficou difícil conciliar as constantes viagens com o estudo. Além disso, a crise econômica ceifou 15 das 30 vagas efetivas da empresa, a de Silva entre elas.

Pouco tempo depois, por meio da oferta de uma vaga de estágio para agronomia em um site de empregos, Silva chegou ao PROE Estágios e há 18 meses ele integra o Departamento de Sinistros Agropecuários da Sancor Seguros como analista de laudos técnicos de peritos agrônomos, supervisionado por dois profissionais da área. Para ele, a experiência pessoal, o estudo de eventos climáticos desde o primeiro ano da graduação e a disciplina de Perícia oferecida no decorrer de 2017 podem ter contribuído para sua efetivação no cargo, o que ocorreu no primeiro dia útil de abril. No futuro, Silva pretende voltar para o campo. De preferência, como perito agrônomo.

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Do estágio à efetivação em 18 meses